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Áreas da tecnologia em alta: descubra se uma delas é para você!

Você busca conhecer melhor as áreas da tecnologia em alta? Atualmente, são setores que buscam profissionais especializados devido a um aumento da demanda, sendo uma boa oportunidade para entrar no mercado de trabalho.

A área contempla boa parte das profissões do futuro. Conforme estudo feito pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom), o setor de tecnologia precisará de 797 mil novos profissionais até 2025.

No entanto, o Brasil forma aproximadamente 53 mil especialistas em tecnologia por ano, gerando um déficit de 532 mil pessoas. Portanto, se você quer saber como entrar no mercado de trabalho, escolher uma carreira da área pode ser um bom negócio.

Para ajudar na sua decisão, listamos as áreas da tecnologia em alta, citando suas principais características. Acompanhe a leitura!

Programação

O programador costuma ser confundido com o desenvolvedor, porém, seu foco é a parte técnica do projeto, escrevendo o sistema que está sendo desenvolvido com a ajuda das linguagens de programação. Suas funções são: 

  • escrever códigos;
  • realizar testes;
  • corrigir erros.

O salário médio de um programador é de R$ 3.000. A remuneração é mais baixa do que a do desenvolvedor, porque sua atuação é em uma parte específica do projeto. Assim, é preciso aprender a trabalhar com algumas linguagens programáticas, como: 

  • PHP;
  • Java;
  • Python;
  • JavaScript;
  • C#;
  • C;
  • C++.

Vale a pena ressaltar que cada uma delas tem objetivos específicos, descartando a necessidade do aprendizado de todas de forma aprofundada e se especializando na área em que deseja se qualificar.

Fazer uma graduação em análise e desenvolvimento de sistemas trará uma bagagem essencial de conhecimento para o trabalho.

Segurança da informação

Com os ataques cibernéticos contra usuários e empresas, a segurança da informação é uma área da tecnologia em alta, visando o impedimento de acessos não autorizados para evitar problemas, como:

  • fraudes;
  • golpes;
  • prejuízos financeiros.

O Brasil é um dos principais alvos de hackers. Segundo um estudo da Checkpoint Software, houve um crescimento de 37% no número de invasões a sistemas. Em 2023, a perspectiva continua alta.

O salário inicial é de R$ 5.000 para uma posição júnior. Apesar de não existir formação obrigatória, é essencial conhecer:

  • linguagens de programação;
  • regras e protocolos de segurança;
  • bancos de dados.

Ciência de dados

O cientista de dados é uma das profissões em alta no mercado de trabalho. A carreira é relativamente nova, mas bastante promissora. A demanda por especialistas da área cresceu 485% somente no primeiro semestre de 2021.

A média salarial chega a um patamar de R$ 15.000 a R$ 19.200. Porém, a remuneração inicial parte de R$ 4.500.

A função de um data scientist é analisar dados para prever o comportamento futuro do negócio, auxiliando na tomada de decisões.

Além do cientista de dados, é possível incluir: 

  • analista de dados: cria relatórios e dashboards, transformando os dados em informação. Faz a limpeza e o tratamento a partir de linguagens de programação;
  • engenheiro de dados: atua especificamente na limpeza e no tratamento da informação.

Para qualquer uma das profissões, é necessário ter uma graduação em ciências da computação. Atualmente, existem cursos específicos da área, sendo superiores, de especialização ou livres. Confira alguns!

Desenvolvimento de software

O desenvolvedor (dev) é o profissional que cria softwares e aplicativos para empresas. O campo de atuação é grande e os principais caminhos são: 

  • front end: desenvolve a parte visual do sistema, como a interface do usuário;
  • back end: foca em outras partes do programa, como o banco de dados;
  • mobile: trabalha especificamente com apps para Android e iOS.

O salário inicial fica próximo de R$ 5.000, mas pode ser ultrapassado com facilidade. A formação exigida costuma ser análise de sistemas ou ciências da computação.

Business Intelligence

O Business Intelligence é uma das áreas da tecnologia em alta por ser uma análise de dados certeira e orientada aos resultados. Por isso, além de interpretar os números da empresa, avalia os da concorrência, fazendo benchmarking.

Para chegar aos melhores resultados, o Business Intelligence utiliza várias ferramentas, incluindo a inteligência artificial. Portanto, é preciso saber como usar os próprios sistemas e informações de forma estratégica para ajudar a empresa a alcançar um posicionamento melhor no mercado.

A média salarial é de R$ 5.600 e é necessário uma graduação em sistemas da informação ou análise de sistemas.

Cloud Computing

É uma área em expansão devido à necessidade crescente de utilizar ambientes virtuais. Por isso, um profissional de Cloud Computing pode atuar em diferentes setores de negócio.

Seu objetivo é analisar indicadores relativos ao ambiente computacional, além de conferir e otimizar a infraestrutura. Assim, é possível garantir o bom funcionamento das soluções em nuvem no que se refere a desempenho e segurança.

Para garantir disponibilidade, o profissional precisa ter uma rotina de estudo estruturada, atualizando seus conhecimentos constantemente.

A expectativa é que o mercado cresça 17,9% entre 2022 e 2028. Dessa forma, deve chegar a 791,48 bilhões de dólares.

Sendo uma área da tecnologia em alta, é preciso conhecer:

  • linguagens específicas como XML, WSDI, SOAP e UDDI;
  • conceitos básicos de informática;
  • sistemas operacionais.

Portanto, é fundamental ter uma graduação em ciências da computação ou engenharia da computação. Estudar análise e desenvolvimento de sistemas em conjunto com cursos específicos também é uma alternativa.

O salário de um especialista em Cloud Computing tem uma média de R$ 11.000.

Infraestrutura de TI

O especialista é responsável por manter a estrutura tecnológica de uma empresa, realizando a manutenção e a gestão de hardwares, softwares e redes. No escopo, algumas das atribuições são: 

  • projetar redes de computadores;
  • fazer o planejamento de hardware e software;
  • realizar a manutenção de hardware, software e redes;
  • cuidar da segurança de dados e evitar invasões;
  • prestar atendimento como suporte técnico, atendendo a chamados.

Portanto, apesar da graduação não ser obrigatória, é essencial conhecer as linguagens de programação e as ferramentas populares, como bancos de dados.

Portanto, estudar análise e desenvolvimento de sistemas ou ciências da computação auxilia no seu posicionamento de mercado. O salário inicial é de R$ 3.850.

Design UX/UI

O Design UX/UI nem sempre é considerado uma das áreas tecnológicas em alta. No entanto, o profissional é fundamental para garantir uma boa experiência do usuário, interferindo de maneira direta nos resultados estratégicos do negócio.

Vale a pena reforçar a diferença entre UX e UI. O primeiro, user experience (UX), foca nas diferentes etapas de interação entre produto e usuário, mantendo os botões, imagens e dados nos locais certos para facilitar a navegação de quem acessa o site ou aplicativo.

O user interface (UI) melhora a interface vista pelo usuário para que seja mais intuitiva. Isso fica visível quando você entra em um aplicativo novo e sabe o que fazer no mesmo instante.

Existe também o design de informação, que gerencia e apresenta as informações com clareza e eficiência. Todas as funções são executadas por um web designer ou por um designer UX/UI.

A média salarial de um designer UX/UI é de R$ 4.500. A formação pode ser:

  • específica na área;
  • análise de sistemas;
  • ciências da computação;
  • design.

Administração de redes

Outra das áreas da tecnologia em alta, a administração de redes garante uma boa conexão com a internet para as empresas, assumindo o controle da atividade e monitorando os recursos relacionados ao processo.

Por isso, para garantir o funcionamento das atividades empresariais, é necessário ter conhecimento técnico sobre:

  • cabeamentos;
  • equipamentos;
  • ciências da computação;
  • análise e desenvolvimento de sistemas.

Para atuar na área, é preciso algumas certificações da Microsoft, como: 

  • MCSA;
  • MCP;
  • MCSE;
  • Cisco-CCNA.

Dessa forma, a obrigatoriedade das certificações é necessária para realizar atividades simultaneamente. Algumas delas são manutenção e instalação da rede local. Além disso, é preciso:

  • orientar os usuários;
  • monitorar a performance
  • estabelecer uma prática de segurança de dados.

Para ser um administrador de redes, é preciso estudar ciências da computação, redes de computador ou outro curso de graduação tecnológica equivalente. A média salarial é de R$ 3.700.

Gestão da tecnologia da informação

A Gestão de TI cuida de software, hardware e pessoas, com foco na otimização de processos. Por isso, as atividades da área permeiam todas as outras. Entre suas funções estão: 

  • gerenciamento de recursos humanos relacionados ao setor de TI;
  • definição de regras para o uso adequado dos sistemas;
  • controle dos serviços dos sistemas operacionais e dos bancos de dados;
  • administração da infraestrutura física e lógica dos locais informatizados;
  • definição e acompanhamento da rotina dos colaboradores;
  • estudo e busca de redução de impactos da área de TI.

Assim, para atuar na gestão de TI, é preciso fazer um curso específico de ciências da computação, análise e desenvolvimento de sistemas ou informática. A média salarial é de R$ 4.200, chegando a mais de R$ 8.500.

Como se preparar para as áreas da tecnologia em alta

Para se preparar para as áreas da tecnologia em alta, é preciso estudar. Mesmo que você esteja no mercado de trabalho, aprender como conciliar trabalho e estudo pode ser de grande ajuda.

É essencial fazer pós-graduação ou 2ª graduação, cursos livres e diferentes tipos de especialização para se destacar na área escolhida. Se estiver sem tempo, vale a pena contar com as vantagens de estudar a distância em uma graduação EaD.

Uma possibilidade é o curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da FABAD. Sendo uma graduação tecnológica, você faz o curso em apenas 2 anos, com a grade curricular voltada para o mercado de trabalho e aprendendo mais em menos tempo. Assim, terá uma visão geral das necessidades da área e conseguirá encontrar soluções para cada negócio.

O curso exige 100 horas de atividades complementares, testando seu conhecimento e unindo teoria e prática. Uma vantagem é que o curso traz a modalidade EaD, facilitando a realização das atividades e o comparecimento às aulas.

Portanto, existem diferentes áreas da tecnologia em alta e todas são boas oportunidades para ingressar e se destacar no mercado. Basta se especializar, conhecer o setor e continuar estudando.

Quer começar a se preparar para as áreas tecnológicas que estão em alta? Veja informações sobre o Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da FABAD e faça sua matrícula!

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